“Já tive tantos medos, tantos traumas, tantas decepções e tantos amores. Todos dolorosos! Os medos me faziam tremer, gritar e me esconder. Os traumas me hipnotizaram por dias, fiquei trancada em uma gaiola feita dos meus próprios escudos. As decepções quase me matam no começo, mas no final aprendi que dentro delas posso tirar aprendizados e amadurecimento e foi ai que cresci. Os amores… Ah os amores posso dizer que, com algumas decepções, algumas lágrimas e algumas dores, eles foram cruéis, porém todos me fizeram por alguns dias, meses ou ate mesmo anos, Feliz. Foram momentos marcados e vividos do qual eu não quero e nem esquecer!
– Jéssica Costa
“Fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.
– O Diário de Anne Frank (via intercalado)
“Amigos de verdade são difíceis de encontrar e impossíveis de esquecer, afirmava uma ilustração acima do cabideiro. O verdadeiro amor nasce em tempos difíceis, prometia uma almofada bordada na sala de estar cheia de móveis antigos.
– A Culpa é das Estrelas. (via rejeitei)
“Relacionamento não é só prazer. Não é só festa, viagem, risada, diversão, brinde, sexo, beijo, cumplicidade. Relacionamento tem fase chata, de vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca. A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é e isso dá muito trabalho. O amor é lindo, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos do outros. É querer estar com a pessoa independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto.
– Caio Fernando Abreu (via versificar)
“Sumi. A culpa é das estrelas, mas têm-se as vantagens de ser invisível, pois soube quem era a menina que roubava livros, pude descobrir o segredo de Capitu. Ah, coitado do Dom Casmurro! Consegui escutar uma conversa entre a Peregrina e a sua hospedeira. Participei de algumas aventuras de Pi, dei água para elefantes e viajei com Alice ao país das maravilhas. Presenciei combates entre os distritos e, meu Deus, são verdadeiros jogos vorazes, quase que meus olhos se transformam em chamas, porém, tenho a esperança de tudo terminar bem. Desvendei o código da Vinci, entrei no quartinho embaixo da escada, onde Harry ficou antes de ir para Horgwats. Revirei e encontrei a carta de chamada e uma coisa me intrigou: faltava um til em uma das palavras. Fugi para o mundo de Sofia e dormi em uma aula de Filosofia. Acordei duas aulas depois e do meu lado estava um caderno rabiscado com apenas quatro folhas em branco. Vomitei as palavras e mergulhei na fantasia do escrever, ler, imaginar… Sonhar.
– Sou um ser feito de barro e gosto da companhia de livros. (via setembriar)
“Querida Claire, “e” e “se” são palavras que, por si, não apresentam nenhuma ameaça. Mas, se colocadas juntas, lado a lado, elas têm o poder de nos assombrar a vida toda. E se… E se… E se… Eu não sei como a sua história terminou, mas se o que você sentia naquela época era verdadeiro amor, então nunca é tarde demais. Se era verdadeiro então, por que não seria agora? Você só precisa de coragem para seguir seu coração. É difícil imaginar um amor como o de Julieta, um amor que nos faça abandonar entes queridos, que nos faça cruzar oceanos. Mas eu gostaria de acreditar que se eu um dia sentir esse amor, terei coragem de perseguí-lo. E, Claire, se não o fez naquela época, espero que ainda o faça um dia.
– Com todo amor, Julieta. (via regou)